1 de janeiro de 2018

Ideias imperfeitas

2018! Chego na minha 4a década de vida. Reflito que nesta jornada da própria existência, possivelmente, a maior parte do caminho já tenha sido percorrido. Deprimente? Talvez…mas procuro uma outra perspectiva e vislumbro a ideia confortante de pertencer ao ciclo natural das coisas, com início, meio e fim.

Pensar no tempo que passou e no que resta permite várias reflexões…

Ao olhar para trás, encontro quem um dia fui…a criança de Chavantes, o adolescente de Salesópolis e o jovem de Viçosa. Como escrito por Mercè Rodoreda, fios que se entrelaçam para formar a multiplicidade de uma única existência….

Ao olhar para o tempo que me resta, reflito sobre o que é, realmente, para mim importante e essencial. Afinal qual a relevância de ambições, rancores e medos, num contexto de circunstâncias tão banais, artificiais e efêmeras?

Enfim, talvez deprimente mesmo seja não encarar a própria finitude e estar preso a algo…

Ver o post original 25 mais palavras

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